Psicografia – REVIVER PARA APRENDER A VIVER

REVIVER PARA APRENDER A VIVER


Apesar dos dias passarem rapidamente, fica a sensação de que na verdade eles se repetem.
Acorda-se, vive-se a rotina das preparações para trabalho, estudo, afazeres domésticos, dos hábitos de higiene e alimentação, e o desenvolvimento de tantas outras atividades que compõem essa vivência diária.
Ao findar-se o dia regressa-se ao lar. Vive-se então momento de descontração, descanso, hábitos de higiene e alimentação, resolução de pendências (tarefas, trabalhos extra, etc.) e a preparação para uma noite de repouso.
Diante desse cenário podemos concluir que nossa existência é um eterno reviver de atitudes e hábitos.
Seria esse pensamento correto?
Mas o que seria viver então? Seria um reviver eterno?
E onde se encaixaria nesse reviver o aprendizado?
O avaliar ações, comportamentos?
E o estar com Deus através de um diálogo constante?
Onde estaria o sentido maior de tudo?
O homem carrega consigo conceitos equivocados do que seja Viver e Reviver, como se a cada existência tivesse que se limitar a repetir atos mecanicamente, como se não pudesse pensar, plasmar e criar, ou melhor, cocriar com o Pai, aqui nesta grande Teia da Vida, estabelecendo novas relações, refazendo conceitos, eliminando o que não se faz mais necessário, liberando espaço para um aprendizado mais profundo.
Os questionamentos são necessários, pois eles expandem a inteligência, a percepção e a visão.
Já não existe mais a limitação de se viver a rotina, mas a busca por sentidos novos, um entendimento maior e mais profundo de si mesmo. É nesse exato momento que se tem a percepção da busca que se faz mais que urgente da centelha divina que habita em cada um.
Era de se esperar que essa busca e esse encontro de si mesmo viessem acompanhados de imensa alegria, mas muitas vezes vem acompanhado de dor.
Dor pela descoberta de um “eu” que jamais ousaríamos supor existir. Mas essa dor não é em vão, pois é através dela que as máscaras são retiradas e o processo de cura e amadurecimento tem início.
O Reviver entendido dessa forma nos leva a certeza e que o resgate do “eu divino” em cada ser, faz com que todos sejamos Um no Pai.
Viver então pode ser entendido como sendo a coragem de assumir esse eu divino, mesmo que ele ainda esteja encoberto de lama, de miasmas construídos ao longo das existências, onde se relegou o Amor.
Convido-os a mergulharem nessa aventura de Reviver para aprender a Viver.
Pois é dela que vem o nosso amadurecimento espiritual. Ou como ultimamente costumam chamar da Inteligência Espiritual.
E assim encontrarão a regeneração que já está disponível a todos os seres vivos da Terra.
Coragem e perseverança nessa caminhada de conhecimento.
As bênçãos de Maria para nos iluminar e continuar abrindo os caminhos para nossa caravana do bem.

Médium Lúcia. (Casa Virtual Luz Espírita)
Espírito: Irmão Matheus. (Colônia Espiritual Maria de Nazaré) – 04/11/2013

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